sábado, 2 de março de 2013

Você sabe com quem está falando?

Baseado no Livro de Mario Sergio Cortella, "Qual a tua obra?"
 
 
Não é raro esbarrarmos com os donos do mundo e sermos interrogados desta forma. De maneira geral, nunca é bem possível saber ao certo com quem está se falando. No entanto, aquele Ermenegildo Zegna, aprofundado pelo tom hostil do olhar, quebra a simplicidade da figura humana.
 
O mundo que, embora não criado por ele, toma-se como próprio daquele sujeito pernóstico, que faz crer na sumidade do ser.
 
Para-se, contudo, para pensar de onde provera tanta asneira.
 
Nesse diapasão, no livro "Qual é a sua Obra?", o professor Mario Sérgio Cortella explica que nestes casos, em que as pessoas carecem de humildade, a física quântica pode ser bastante indicada e explica tal afirmação com o seguinte raciocínio:
 
A ciência fala em multiverso e que estamos em um dos universos possíveis. Supõe-se que este universo possível em que estamos apareceu há 15 bilhões de anos, resultante de uma grande explosão, que gerou uma aceleração inacreditável de matéria e liberação de energia.
 
 
 

"Tu és um Vice treco de um Sub troço."

 
 
 
 
 
 
Essa matéria se agregou formando o que nós, humanos, chamamos de estrelas e elas se juntaram, formando o que chamamos de galáxias. A ciência calcula que existam em nosso universo aproximadamente 200 bilhões de galáxias. Uma delas é a nossa, a Via Láctea, onde calcula-se que exista cerca de 100 bilhões de estrelas. Nessa nossa galáxia, repleta de estrelas, uma delas é o que agora chamam de estrela-anã, o Sol. Em volta dessa estrelinha giram algumas massas planetárias sem luz própria, nove ao todo, talvez oito (pela polêmica classificação em debate). A terceira delas, a partir do Sol, é a Terra, um lugarzinho que tem uma coisa chamada vida.
 
A ciência calcula que em nosso planeta haja mais de trinta milhões de espécies de vida, mas até agora só classificou por volta de três milhões. Uma delas é a nossa: homo sapiens. Essa espécie tem aproximadamente 7 bilhões de indivíduos. Um deles é você.
 
Assim, tem-se que você é um entre 7 bilhões de indivíduos, pertencente a um única espécie, entre outras três milhões de espécies classificadas, que vive num planetinha, que gira em torno de uma estrelinha, que é uma entre 100 bilhões de estrelas que compõem uma galáxia, que é uma entre outras 200 bilhões de galáxias num dos universos possíveis.
 
Concordaria com Renato quando confessa não ser mais tão criança a ponto de saber tudo.
 
A contrario sensu dos texto de auto ajuda, objetiva-se suscitar a reflexão da figura desse ser que dizem por Humano.
 
In fine, nada somos, nada seremos! Pensando assim, quem sabe chegar-se-á em algum lugar...
 
 

domingo, 4 de novembro de 2012

Coisa Chata!

Vamos falar de política? 





Eta coisa chata... Falar de gente que não trabalha, aliás, que dá trabalho. Gente que nos faz perder o Domingo pra exercer, obrigatoriamente, o direito de voto, indicando ao poder público demagogos que nos trazem vergonha de ser cidadão, de ser brasileiro, ser humano. 

É do Vereador mafioso, miliciano, até o Presidente “impeachmentimado”. A corrupção está por toda parte, sem exceção, atinge à todos que ali pisam. O congresso Nacional? Um antro de perdição, até os que veneram a honestidade, quando adentram ao paletó, esquecem do cordeiro que a mãe criou, dando azo à facilidade 

Esse país não vai pra frente, pensa a massa, nada se pode fazer frente a tanta sujeira. 

E vontade de mudar jaz ao leito, ver quem tanto rouba, no Congresso, reeleito. 

Todavia, leva-se à meditação que o dito homem não vive sem o cidadão, este que o retira do palácio é o mesmo que o lança o Senado, pascácio. 




Também sou contra a violência mas como disse Gabriel: “... aqui a gente peca por excesso de paciência...”, coisa louca essa inércia, e nem falo de Newton, leis da física ou coisa que o valha, tô falando é de tú. 




“'Não admito! Minha esperança é imortal, ouviram? Imortal!'

Sei que não dá pra mudar o começo, mas, se a gente quiser, vai dar pra mudar o final!”
Ana Carolina



O físico, hoje, traduziria sua 1ª lei como “O Brasileiro”, um corpo que continua em seu estado de repouso ou de movimento uniforme em uma linha reta... 


Malgrado à consuetudinária forma de se levar dinheiro, seja por maletas, meias ou cuecas, a última instância da Justiça nacional julga o caso dos “Mensaleiros”. Um escândalo Nacional, quiçá, internacional, sob o acompanhamento inversamente proporcional. 

Talvez estivéssemos caminhando à uma singela demonstração de eficiência na Justiça, se aquele povo heróico de sonho intenso por amor e esperança, não abrisse mão do seu brado retumbante, permanecendo deitado eternamente em berço esplêndido.


O termo “política” teve origem na época que os gregos eram organizados em cidades-estado chamados de "polis", do qual se derivam palavras como politiké (política em geral) e politikós (dos cidadãos). Depois se estenderam ao latim (politicus) e chegaram ao idioma moderno francês (politique). 

É uma  derivação do grego antigo (politeía) e podia significar tanto cidade-estado como sociedade, comunidade ou coletividade.

Ou seja, estamos falando das funções e divisões do Estado e as diversas formas de Governo. São várias as formas de exercícios de poder de um indivíduo sobre outro. 

Desta forma... 

Vamos pensar na política?



segunda-feira, 29 de outubro de 2012

O Artista precede o Psicanalista

- Por Juciano Menezes



Às vezes, tudo o que temos é uma pergunta.
Ou a constante busca de uma fala que consiga dar conta do indizível.
E é o impossível que surge.
É o tempo que urge. E, ilude.
Entre um curtir e um check-in, localiza-se a possibilidade de sentir, mentir e, por fim, de alguma maneira, advir.
O ideal de ser é o não-poder ser.
É o inatingível do saber.
Do tudo saber que naufraga nas margens do viver.
Eis a ignorância douta. O escrutínio da verdade contida na sabedoria da dúvida.
A dúvida... Sempre ela. Que divide e angustia. Que nos mortifica e esvazia...
Mas conduz a um saber.
Viver não é menos que a tentativa de elucidação de uma pergunta estrutural, fundamental,
Que assola a carne, e movimenta a alma.
Che vuoi? (Que queres?)
O amor é a única resposta que se sustenta como possível.
É a alegoria capaz de contornar o buraco intransponível do real presentificado.
É o amor que suporta a árdua caminhada da trilha do desejo.
E somente o desejo permite que se inclua a falta, a riqueza do não-saber,
Da resposta que, de antemão, já não se tem.
Que venham mais perguntas.


Δt

Um cara curioso. Taí, no pulso, no andar, na mente. No fone ou no iphone, na Central do Brasil. Há em todo momento. Não se dá por esquecido. 

Tenha você muitos bens ou ainda que seja você o bem da vida. O sensato hoje é comprá-lo na venda da esquina, onde a diferença aparece. 

Faz com que 24 pareçam 30, 40 ou 50, a serem gastas com o gastar. Afinal, cada um gasta com o que tem, né?! Eu gastei escrevendo, você, lendo. Eles? Comprando mais.

 
Majestosa é a forma de lidar consigo. Outrora, meses se perdiam até um pedaço de papel atingir seu objetivo, o que agora se faz num clicar, fácil como o curtir. 

Decepcionante se pensarmos no que perdemos com tudo isso. Faz nos esquecer de todo um processo necessário à vida. Troca o emblemático almoço dominical em família, pelo papo furado durante uns 20 minutos naquele Fast Food bacana. 

Faz com que percamos também a paciência, de forma a se meditar. Ora, porque podíamos tirar fotografias e aguardar uma semana para vê-las, e então submetê-las ao filtro de qualidade, e hoje, se ela não dá as caras imediatamente na telinha, já se torna um fundamento legal para o “tirar do sério”. 

Não que o pretérito seja perfeito, tampouco imperfeito. Para os mais conservadores, mais que perfeito. Incerto é sua definição, o que é possível definir é que, como diria Agenor de Miranda, ele não pára. 

Não interessa, a irretroabilidade tá ai pra todos. Aquele passo nunca mais terá volta, porque ainda que olhes pra trás, não será um "Ctrl + Z", o máximo possível é pegar de volta o papel caído. 

Minuto a minuto, a vida se vai... E não tem jeito, é assim, e sempre será! 
Agora corre que você acaba de perder pelo menos 1 minuto do seu dia lendo esta merda! Hahaha

<< Publicado em 14/01/2012: http://fotolog.terra.com.br/i_carvalho:4 >>

Dia a dia, noite, dia!



Tudo escuro, até olhar pra cima e ver... 
Vê-la ali, fidedignamente, noite a noite. 
Não é afastável a idéia de se passar a madrugada só, isolado por partículas diminutas de gelo, suspensas à atmosfera. 

De toda sorte, sorte é a minha. 
Prefiro a luz da manhã, prefiro luar, prefiro mesmo é o bem estar. 

Bonito ver a minguante mandando no aquário. Altos e baixos encantadores da vida, porque não dizer trivial. 

Um brilhante que fica melhor no vigiar do que no apontar. Mulher de fases, de fases fáceis e impossíveis. De se chegar no 'chefão' após dar a vida, várias vidas. 

Uma gordinha vítima de preconceito, consuetudinariamente emparelhada ao azarento algarismo de gosto do Velho Lobo. Animal, aliás, ali invocado pelo homem. 

Sempre admirável, eu diria, um contemplar único. Único e intransferível! 

Boníssima Noite e que ela apareça a ser aplaudida!


<< Publicado em 12/01/2012: http://fotolog.terra.com.br/i_carvalho:3 >>


Na lacuna do prolífico

Sim, um dia frio já é um ambiente propício a se ler um livro, talvez lhe falte um bom lugar. 


Nesse momento, se modelam as lembranças daquela velha infância que eu sigo e nunca me sinto só. O herói agora é outro, mas sempre será imortal. 

A vida às vezes usa palavras repetidas, mas quais são as palavras que nunca são ditas? Um bisar bizarro, confesso, mas e se não fosse?! 

Não há como evitar, acabo por parar nessa cidade por força da circunstância. É digno da prosperidade, caminhar divagando, com rumos mutantes ou sem eles. 


Por vezes o deserto aparece. Chove. Chove muito, mas como me corrigiria o mocinho da vez, uns dias chove, noutros bate sol. E no silêncio, uma Catedral. Mas não dá pra descansar, porque o herói do futuro pode até não ser o mais forte, no entanto, arriscaria dizer que o Capitão Planeta ficaria orgulhoso de mim, porque o poder é meu. 

E vem a meditação... De onde olharei para o futuro? Pela janela do quarto? Pela janela do carro? Pela tela ou pela janela? 

Traçando os ideais vou seguindo assim. Conquistando um dia aqui, outro acolá e mesmo que tenham apagado tudo, pintado tudo de cinza, o futuro é colorido e se não eu, quem pintará? Quem vai fazer você feliz? 

Não é preocupante, pois com cinco ou seis retas é fácil fazer um castelo, quiçá a Supra Corte. Num piscar de olhos a improcedência toma a utopia. 

Sabe qualé mermão, a parada é chegar lá e soltar: Olha ai, ai o meu guri, olha aí!!


<< Publicado em 05/01/2012: http://fotolog.terra.com.br/i_carvalho:2 >>



O pequenino Eu!


E podia ser diferente...?

Com o correr dos dias parece que elas começaram a ter cada dia mais conexão, se desdobrando de forma tal a chamar atenção daqueles...

Sempre no querer diferente, acarreado por uns comentários alavancadores de opiniões, aliás, se assim não fosse, Mark Zuckerberg enjoaria de me ver...

Por mais que o Outro seja Grande, o eu é pequenino que só se engrandece diante de Amigos Al Ajillo's!

Num choro, num copo d'água, no celular. Eles estão por toda parte. Por mais que se entenda pela abrangência das palavras usadas, eles não são muitos, mas sim, estão em qualquer lugar no fito do bem estar!

Substancial, eu diria. Imperioso destacar o desejo imoderado de trazer a si os verbos de ligação.

Porque SER feliz é ESTAR com os amáveis e PERMANECER com eles 'ad eternum'. FICAR alegre só em ver o colega VIRAR melhor amigo, ANDAR lado a lado, até TORNAR-SE irmão.

Bom Camarão e uma ótima Caipirinha à todos!




<<Publicado em 04/01/2012: http://fotolog.terra.com.br/i_carvalho:1>>